29 de setembro de 2026

Diário RMC

As informações da Região Metropolitana de Campinas

Fato apuradoVerificado pela redação com documentos e fontes que se sustentam.
Alegação não julgadaAcusação ou denúncia ainda sem decisão. Publicamos com o outro lado.
Em abertoApuração em andamento. Falta informação que já pedimos e ainda não veio.

Decisão do STF sobre licença para adotantes pode beneficiar 486 mulheres na região

Medida iguala direitos entre mães adotivas e biológicas e alcança trabalhadoras da iniciativa privada e do serviço público

Por Redação Diário1 min de leitura
Decisão do STF sobre licença para adotantes pode beneficiar 486 mulheres na região

Medida garante 120 dias de afastamento remunerado para mães adotantes, com reflexos em cidades da Região Metropolitana de Campinas.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu equiparar os direitos relativos à licença-maternidade entre mães adotivas e biológicas. Com o julgamento, todas passam a ter direito ao afastamento remunerado de 120 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 60 dias.

Dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, vinculado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), indicam que 486 mulheres podem ser beneficiadas nas maiores cidades da região de Campinas. O levantamento abrange Campinas, Indaiatuba e Sumaré, além dos municípios vizinhos de Limeira e Piracicaba.

O período de afastamento passa a ser contado a partir do nono mês de gestação, do parto, do ato de adoção, da concessão de guarda judicial para essa finalidade ou da alta hospitalar da mãe ou do bebê, prevalecendo o fato que acontecer por último. O entendimento é válido tanto para trabalhadoras regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) quanto para servidoras públicas estatutárias.

A determinação atinge novas licenças e aquelas em andamento, sem alcançar afastamentos já finalizados. O tribunal também vedou qualquer discriminação com base no tipo de contratação da mãe, sob a justificativa de que regimes jurídicos distintos não podem reduzir a proteção conferida à infância e à maternidade.

Durante a sessão, os ministros rejeitaram uma proposta encaminhada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que pretendia instituir o compartilhamento da licença parental entre os integrantes da família.

A redação vai acompanhar a implementação das diretrizes no funcionalismo público municipal das cidades da Região Metropolitana de Campinas.

Fontes

Maiores cidades da região de Campinas têm 486 mulheres que podem se beneficiar com decisão que igualou licença-maternidade (g1 Campinas e Região)primária(26/09/2026)

Se você foi citado nesta reportagem e quer responder, use o formulário de direito de resposta. Encontrou um erro? Escreva para a redação — correções ficam registradas em /correções.